Recados para Orkut


SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, EU VOS AMO!

Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Jesus, Senhor do perdão, fonte de paz e de graça para os nossos corações. Conforto dos pecadores, alento de quem Vos reza, força de quem Vos procura, porque em Vós quer encontrar-se. Nossas lágrimas são preces, nossas lágrimas são gritos, dizei, Senhor, à nossa alma: Sou a tua salvação. Quando a noite nos envolve, ficai connosco, Senhor, enchei de luz o silêncio das nossas horas de sombra. Jesus, bondade inefável, nunca nos falte na vida, Senhor, a Vossa clemência e caridade infinita. Jesus, nascido da Virgem, nós Vos louvamos, cantando, e sempre Vos louvaremos na glória do vosso reino. Concedei, Deus todo-poderoso, que, ao celebrar a solenidade do Coração do Vosso Amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do Vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos Vossos dons. Por Nosso Senhor.
Mostrar mensagens com a etiqueta amor a Deus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor a Deus. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Exaltação da Santa Cruz: Sentido do sofrimento humano


“Nós te adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela Cruz redimistes o mundo”.

“Na sua atividade messiânica no meio de Israel, Jesus Cristo tornou-se incessantemente próximo do sofrimento humano. « Passou fazendo o bem »; (32) e adotava este seu modo de proceder em primeiro lugar para com os que sofriam e os que esperavam ajuda. Curava os doentes, consolava os aflitos, dava de comer aos famintos, libertava os homens da surdez, da cegueira, da lepra, do demônio e de diversas deficiências físicas; por três vezes restituiu a vida aos mortos.

Era sensível a toda espécie de sofrimento humano, tanto do corpo como da alma. E sobretudo ensinava; no seu ensino propôs as oito bem-aventuranças, que são dirigidas aos homens provados por diversos sofrimentos na vida temporal. São os « pobres em espírito », « os aflitos », « os que têm fome e sede de justiça », « os perseguidos por causa da justiça », quando outros os injuriam, os perseguem e, mentindo, fazem toda a espécie de mal contra eles por causa de Cristo… É assim, segundo São Mateus; e São Lucas menciona ainda aqueles que têm fome “Salvifici doloris”.

Nosso Senhor Jesus Cristo padeceu na Cruz, foi açoitado e seu sangue vertido por nós. Ele prometeu a Irmã Maria Marta Chambon, mostrando suas Santas chagas que: “A cada palavra recitada do Terço das Chagas, deixo cair uma gota do meu sangue sobre uma alma pecadora”.
A proximidade de Nosso Senhor Jesus Cristo do sofrimento humano eleva ao mais alto grau a cruz: o que era um objeto maldito e temível por todos, passou a ser desejado pelos santos, a ponto de darem suas vidas por tão querido instrumento. Eis a grande reviravolta resultante do sacrifício de Cristo na Cruz, transformando o objeto de opróbrio do homem na mais bela oportunidade de descobri-lhe o amor: sim, é na cruz que encontramos o significado mais profundo do amor.

Jesus dá ao sofrimento o seu definitivo valor: o salvífico! A cruz não é uma teoria nem um discurso, mas o próprio Deus que assume o sofrimento do homem. Tem assim um caráter de horror e beleza: horror quanto à condenação do inocente à morte, e belo porque o sofrimento de Cristo Jesus já é a vitória.


Por que a cruz deve ser exaltada?

Como apologia do sofrimento, ou seja, para uma acomodação e insensibilidade ao sofrimento? Por que o homem sofre?
Todo o homem tem uma participação na Redenção. Cada um é chamado a participar naquele sofrimento por meio do qual se realizou a Redenção do gênero humano. Realizando a Redenção mediante o sofrimento, Nosso Senhor Jesus Cristo elevou ao mesmo tempo o sofrimento humano ao nível de Redenção. Por isso, todos os homens, com seu sofrimento, podem tornar participantes do sofrimento redentor de Cristo.

Na Cruz aprendemos a ser humildes e amar como Cristo nos amou!

Por isso a cruz deve ser exaltada.

(Fonte: Excerto do texto original, em http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com)/AASCJ

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Mártires de hoje


Fé, morte, entrega
Uma rapariga chinesa escreve a uma amiga: «Quando receberes esta carta, já estarei na prisão. Tenho de me apresentar na esquadra no dia 14.
Não esqueças essa data memorável... Tive de passar por vários interrogatórios, o primeiro de nove horas, o segundo de três, ontem de cinco. São momentos muito duros.
A minha irmã ficou doente, preocupada comigo, e está no hospital. Reza por mim. Não podes imaginar o meu sofrimento... No dia em que os meus pais viram o meu nome no jornal, entre a lista dos culpados, ajoelharam-se à minha frente, pedindo-me para renegar a minha fé. Então compreendi plenamente pela primeira vez, o que é o sofrimento.
Não tenho nada para te oferecer, a não ser o meu afecto. Ofereço-to, antes de morrer, a ti e às Madres, que foram tão boas comigo. Mesmo que perca a vida, prefiro esta morte à morte eterna, que mereceria se renegasse a minha fé. Canta comigo: Aleluia!»

BERNARDITA

Fonte: JAM

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

SERVIR E ACEITAR O OUTRO


Uma das realidades mais sérias que trazemos em nós, fruto do pecado original, é a mania de grandeza e a sede pelo poder. Como, dentro de nós, grita uma grande vontade de querermos ser os maiores diante dos outros!

Jesus – muito bem dito isso pelo apóstolo Paulo aos Filipenses – mostrou o itinerário de como chegar a sermos grandes, ou seja, o Senhor não se apegou à Sua condição divina, mas assumiu a humanidade de todos nós e esvaziou-se, sendo obediente até a morte e morte de cruz. Este é o caminho.

Na Igreja de Jesus existe – caso contrário seria anarquia – a disciplina e a autoridade; para Cristo, e consequentemente para a Igreja, a autoridade significa serviço, doação da vida aos outros. O maior é aquele que serve, pois há mais alegria em dar do que em receber.

Hoje em dia, muitas pessoas se encontram cegas pelo poder, achando que o poder seja capaz de fazê-las felizes. Pura ilusão, pois a felicidade consiste em darmos a vida pelos outros, procurando sempre estar em último lugar, cedendo o melhor para o outro.

Uma pergunta muito séria é esta, e precisamos respondê-la: estou buscando a autoridade fora de mim, pois dentro do coração nada há pelo fato de eu não estar servindo? Ou minha vida, pela simples atitude de serviço, faz com que eu saboreie a autoridade?

Pelo batismo recebemos essa autoridade e temos de colocá-la a serviço; caso contrário, precisamos buscar fora a autoridade que está em nós e que, nós, a qualquer custo, se preciso for, destruímos o outro para chegar a nossos objetivos.

Uma outra coisa muito séria é quanto ao fato de aceitarmos quem pensa diferente de nós. João e Tiago se enfureceram com aqueles que estavam profetizando em nome de Jesus, mas não O seguiam. Somos, também, filhos do trovão; queremos que tudo esteja dentro do nosso monólogo; no qual pensamos que Deus vai fazer o que nós queremos e do jeito nosso.

João e Tiago queriam pôr fogo em tudo; na verdade, destruir e terminar sempre foi mais fácil nesta vida; para tudo. Difícil é virmos com novas ideias e projetos e delicadeza de pensamento. Destruir sempre foi mais fácil; difícil é vir com projetos claros.

Como é difícil conviver e amar aquelas pessoas que pensam diferente de nós, agem de forma diferente, comungam de ideias opostas às nossas! E, muitas vezes, em vez de fazermos dessas diferenças oportunidades de aprendermos e crescermos com elas, nos afastamos delas [pessoas que pensam diferente de nós] pelo preconceito e as rotulamos.

Que Deus Nosso Senhor nos dê a graça de nos colocarmos a serviço uns dos outros e de aceitarmos aquele que pensa, age e se porta diferente de nós.

Fonte: Comunidade Canção Nova
Padre Pacheco

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A FAMÍLIA, “SANTUÁRIO DA VIDA”


As lições da Sagrada Família
O Papa João Paulo II, na “Carta às Famílias”, chamou à família “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida.

O Concílio Vaticano II já a tinha chamado “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).

Jesus habita com a família cristã. A presença do Senhor nas Bodas de Caná da Galileia significa que o Senhor “quer estar no meio da família”, ajudando-a a vencer todos os seus desafios; e Nossa Senhora ali o acompanha com a sua materna intercessão.
Desde que Deus desejou criar o homem e a mulher “à sua imagem e semelhança” (Gen 1,26), Ele os quis “em família”. Por isso, a família é uma realidade sagrada. Jesus começou a sua missão redentora da humanidade na Família de Nazaré. A primeira realidade humana que Ele quis resgatar foi a família; Ele não teve um pai natural aqui, mas quis ter um pai adoptivo, quis ter uma família, e viveu nela trinta anos. Isto é muito significativo. Com a presença de Jesus na família – Ele sagrou todas as famílias.

Conta-nos São Lucas que após o encontro do Senhor no Templo, eles voltaram para Nazaré “e Ele era-lhes submisso” (cf. Lc 2,51). A primeira lição que Jesus nos deixou na família é a de que os filhos devem obedecer aos pais, cumprindo bem o Quarto Mandamento da Lei. Assim se expressou o Papa João Paulo II:
“O Filho unigénito, consubstancial ao Pai, ‘Deus de Deus, Luz da Luz’, entrou na história dos homens através da família” (CF, 2).

Ao falar da família no plano de Deus, o Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que ela é “vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua actividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai” (CIC, 2205). E na sua mensagem de Paz, do primeiro dia do Ano Novo (2008) o Papa Bento XVI deixou claro que sem a família não pode haver paz no mundo.

E o Papa fez questão de ressaltar que família é somente aquela que surge da união de um homem com uma mulher, unidos para sempre, e não uma união homossexual que dá origem a uma falsa família.

“A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar correctamente da liberdade.
A vida em família é iniciação para a vida em sociedade” (CIC, 2207).

A Família de Nazaré sempre foi e sempre será o modelo para todas as famílias cristãs. Acima de tudo, vemos uma família que vive por Deus e para Deus; o seu projecto é fazer a vontade de Deus. A Sagrada Família é a escola das virtudes por meio da qual toda pessoa deve aprender e viver desde o lar.

Maria é a mulher docemente submissa a Deus e a José, inteiramente ao serviço do Reino de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra” (Lc 1,38). A vontade dela é a vontade de Deus; o plano dela é o plano de Deus. Viveu toda a sua vida dedicada ao Menino Deus, depois ao Filho, Redentor dos homens, e, por fim, ao serviço da Igreja, a qual o Redentor instituiu para levar a salvação a todos os homens.
José era o pai e esposo fiel e trabalhador, homem “justo” (Mt 1, 19), homem santo, pronto a ouvir a voz de Deus e a cumpri-la sem demora. Foi o defensor do Menino e da Mãe, os tesouros maiores de Deus na Terra. Com o trabalho humilde de carpinteiro deu sustento à Família de Deus, deixando-nos a lição fundamental da importância do trabalho, qualquer que seja este.
Em vez de escolher um pai letrado e erudito para Jesus, Deus escolheu um pai pobre, humilde, santo e trabalhador braçal. José foi o homem puro, que soube respeitar o voto perpétuo de virgindade da sua esposa, segundo os desígnios misteriosos de Deus.
A Família de Nazaré é para nós, hoje, mais do que nunca, modelo de unidade, amor e fidelidade.

Mais do que nunca a família hoje está a ser destruída na sua identidade e nos seus valores. Surge já uma “nova família” que nada tem a ver com a família de Deus e com a Família de Nazaré.

As mazelas da nossa sociedade –, especialmente as que se referem aos nossos jovens: crimes, roubos, assaltos, sequestros, bebedeiras, drogas, homossexualismo, lesbianismo, enfim, os graves problemas morais e sociais que enfrentamos, – têm a sua razão mais profunda na desagregação familiar a que hoje assistimos, face à gravíssima decadência moral da sociedade.
Como será possível, num contexto de imoralidade, insegurança, ausência de pai ou mãe, garantir aos filhos as bases de uma personalidade firme e equilibrada e uma vida digna, com esperança?
Como será possível construir uma sociedade forte e sólida onde há milhares de “órfãos de pais vivos”? Fruto da permissividade moral e do relativismo religioso do nosso tempo, é enorme a percentagem dos casais que se separam, destruindo as famílias e gerando toda a sorte de sofrimento para os filhos. Muitos crescem sem o calor amoroso do pai e da mãe, carregando consigo esta carência afectiva para sempre.

A Família de Nazaré ensina ainda hoje que a família destes nossos tempos pós-modernos só se poderá reencontrar e salvar a sociedade se souber olhar para a Sagrada Família e copiar o seu modo de vida: serviçal, religioso, moral, trabalhador, simples, humilde, amoroso…
Sem isto, não haverá verdadeira família e sociedade feliz.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

UM FACTO VERIDICO


Ricardinho não aguentou o cheiro apetitoso do pão e disse:
- Pai, tenho tanta fome!!!
O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo à procura de trabalho, olha com os olhos marejados de lágrimas para o filho e pede-lhe mais um pouco de paciência...
- Mas pai, desde ontem que não comemos nada e eu estou com muita fome, pai!
Envergonhado, triste e humilhado no seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na rua enquanto ele vai à padaria à sua frente...
Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:
- Meu senhor, estou com o meu filho de apenas 6 anos ali à porta, com muita fome, não tenho um tostão, pois saí cedo para procurar emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome do meu filho. Em troca, posso varrer o chão do seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!
Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...
Agenor toma o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois se sentem ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida: arroz, feijão, bife e ovo...
Para Ricardinho era um sonho, comer depois de tantas horas na rua...
Para Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de farinha...
Grossas lágrimas desciam dos seus olhos logo na primeira garfada...
A satisfação de ver o seu filho a devorar aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e a lembrança da sua pequena família em casa, foi demais para o seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...
Amaro aproxima-se de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca com ele para relaxar:
- Ó Maria!!! A tua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo até chora de tristeza deste bife, será que é sola de sapato?!
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter este prazer...
Amaro pede-lhe então que sossegue o seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre o trabalho...
Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar.
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa no seu pequeno escritório...
Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava a viver de pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...
Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e com pena, prepara para o homem uma cesta com alimentos para pelo menos 15 dias...
Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte o início no trabalho...
Ao chegar a casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem, sentia esperanças, sentia que a sua vida iria tomar novo impulso...
Deus abria-lhe mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...
No dia seguinte, às 5 h da manhã, Agenor estava à porta da padaria ansioso para iniciar o seu novo trabalho...
Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque o estava a ajudar...
Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele o chamava para ajudar aquela pessoa...
E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com os seus deveres...
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e ele fazia questão que Agenor fosse estudar...
Agenor nunca esqueceu o seu primeiro dia de aulas: a mão trémula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aulas...
Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo o seu escritório para o seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...
Ao meio dia desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante no seu primeiro terno...
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente à hora do almoço...
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista...
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...
Aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que à mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:
'Um dia eu tive fome, e tu me alimentaste. Um dia eu estava sem esperanças e tu me deste um caminho. Um dia acordei sozinho, e tu me deste Deus, e isto não tem preço. Que Deus habite no teu coração e alimente a tua alma. E que te sobre o pão da misericórdia para estenderes a quem precisar!'

Podemos sempre começar e fazer um fim muito feliz!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

DEUS é AMOR

Amamos a Deus, mas não há amor sem DOR - a Fé face à morte de alguém querido e o exemplo de S.Pedro

1. A dor faz parte do AMOR! E só é católico quem AMA. Necessariamente, não há Salvação sem dor. Assim foi a dor de Cristo. Somos mais que Ele?

A dor é uma inevitabilidade para quem ama. Apenas num idílico Jardim do Éden, metáfora do lugar onde habitariam Adão e Eva, livres de pecado e com plena imortalidade, estava o sofrimento ausente. Mas a metáfora do Paraíso é exactamente essa: os homens sempre foram homens, e nesta terra, vivem entre a tentação do Príncipe das Trevas e a aptidão da sua alma para Deus. A tentação existe, e enquanto um homem ceder, outro há-de sofrer, porque o que mente, engana alguém; o que mata, causa sofrimento; o invejoso conspira e sofre, e é propenso à ira por não ter o que quer; o devasso, compromete qualquer esperança de fidelidade e atraiçoa aquela ou aquele a quem o deve; o ébrio arruina-se e causa a dor de quem o ama. Basta um homem ceder à tentação para causar a dor e o sofrimento nos outros, e nesta passagem terrena, todos cedemos em algum momento, e por isso todos causamos dor, e todos experimentamos a dor. A inevitabilidade dessa angustiante condição é sumariada no próprio Deus Filho que se fez homem, para ser nosso próximo e nos vir Salvar, e nós coroamo-lo com uma coroa de espinhos, chicoteamos-lhe as costas, demos-lhe a mais pesada das cruzes, obrigamo-lo a arrastá-la até ao calvário, cravamo-lo com pregos nas mãos e nos pés ao madeiro, e deixamo-lo morrer. Ele, que era Deus, e como tal, consubstancial em Amor ao Pai e ao Espírito Santo.

Nenhum católico duvida da dor física insuportável que foi causada a Jesus Cristo, e contudo, tendemos todos a fugir à mínima dor que tenhamos. Acaso somos santos? Ou beneficiamos também da salvação que a morte Cristo nos veio propiciar? Quem se considerar Santo, que diga e se furte à dor. Mas para os demais, quem nos confere o direito de nos queixarmos de um pequena contrariedade ou de um dor de cabeça, quando quotidianamente pregamos Cristo ao madeiro?

A dor não é uma vontade masoquista. Se formos bem egoistas conseguimos evitá-la. Mas se cairmos na ideia de ter alguma amor a alguém, é garantido que teremos dor. Se formos católicos teremos consciência do que Cristo sofreu por nós, e isso por si deve-nos causar a maior das dores. Deve-nos dar um infantil ímpeto de correr como crianças para segurarmos nós na cruz. Mas já crescidinhos, temos que compreender, que o melhor que podemos fazer é glorificar a Cruz. Tornando-nos continuamente melhores, e quando caímos, voltamos a levantar-nos como Cristo na Via Sacra. A nossa obrigação, se reclamamos amar Cristo, é dar-nos inteiramente ao seu amor, e assim justificar que ele tenha sofrido para nos salvar. Se o seu sofrimento foi inútil pois continuamos fariseus, ai de nós no dia do juízo!

Deus Filho e Maria Santíssima são exemplos plenos de como o AMOR Dói. Mas podemos ir a homens comuns.

2. A dilacerante dor de S.Pedro, pelo infinito amor a Cristo que acabara de negar três vezes

Ao amantíssimo apóstolo S.Pedro, modelo de todas as dúvidas e fraquezas humanas, e modelo de um amor enorme a Jesus, que por vezes não sabia como traduzir.

S.Pedro comove-me sempre. O homem que ao 3º cantar do galo se lembrou que tinha negado Cristo por 3 vezes, tal como o Senhor antecipara, e nesse momento, nos pátios da casa do príncipe dos sacerdotes, ele caiu em si e sentiu a maior das dores, porque Cristo, preso, olhou para trás e fitou-o nos olhos. O Evangelho é claro "Saiu para fora e chorou amargamente!" (Lc, 22, 62).

Ele que fora feito pedra basilar da Igreja, ele que jurara defender a vida do Senhor, ele que garantira que jamais o repudiria, tinha sido advertido por Jesus que o negaria 3 vezes. Não acreditou, e quando o seu olhar desesperado se cruzou com a tristeza do olhar de Jesus, alguém consegue supor a infinita mágoa e dor, o infinito desprezo que Pedro terá sentido pela sua miserável condição humana. Terá Pedro percebido na sua fuga em lágrimas o quão miserável é a o terreno, o humano, a carne? O seu proclamado e sem dúvida sincero amor a Cristo, não o impediu de o renegar tal como previsto. E o cruzamento do olhar, porventura o último em vida de Jesus, dilacerou Pedro à sua miséria!

3. E a Nós, dói negar Cristo 30000 vezes?? Não o amamos??

Pedro era Santo, e escolhido por Cristo! E nós, que nada disso somos, quantas vezes negamos o Senhor, por palavras, actos e omissões? Ao virar as costas a quem me pede ajuda, faço o quê a Cristo? Nego-o! Ao desdenhar de quem eu acho que me é inferior faço o quê a Cristo? Nego-o! Ao irar-me, gritar, zangar-me, mentir, ou qualquer outro dislate verbal faço o quê a Cristo? Nego-o!

Mas vamos mais longe, ao escondermos o nosso catolicismo, ao evitarmos falar de Deus, ao procurarmos não introduzir Deus como tema de conversa com alguém que está longe da Igreja, fazemos o quê a Cristo? Negamo-lo!

Dir-se-á: mas estamos apenas a fazer o mesmo que Pedro! Pois, mas e tudo o resto que ele fez, até ser crucificado com uma cruz de cabeça para baixo, porque se achou indigno de morrer como Jesus? E saimos a chorar quando não falamos em Deus? Não comparemos o incomparável. Enorme foi a dor de Pedro, no último olhar que trocou com Jesus, mas nós NEM DAMOS Conta que o negamos!

Pedro amava Jesus, e daí veio dor. Maria amava o Filho, e viu a alma cortada por uma espada de dor. Jesus amava os homens, e foi sujeito à morte mais dolorosa. E a lista podia continuar: em S.João que não se afastou da cruz do meste em sofrimento profundo, porque o amava. Em Maria Madalena, grata e convertida pelos sete demónios que dela foram expulsos! Em S.Paulo, que se converteu a Cristo na estrada de Damasco, e se fez apóstolo, e veio a morrer decapitado! Em S. Tiago Maior, que veio a morrer decapitado. Em Santo Estevão que veio a ser apedrejado. Em Marta, Lázaro e Maria, da Betânia, que para fugir aos Judeus, só pararão no Sul De França.

Ser católico é amar a Jesus, e nisso amar o próximo numa entrega total. Mas esse amor a Jesus, inevitavelmente causa dor, como qualquer amor.

4. A Fé dá resignação face à dor.

A atitude do católico face à dor não é contudo de revolta. Jesus aceitou o cálice do Pai. Maria disse FIAT. Pedro não fugiu ao crucifixo invertido. S. Paulo deu a cabeça ao machado, tal como S. Tiago. Nenhum deles negou Jesus. E nenhum praguejou contra o seu destino. Todos se entregaram resigndamanete à vontade do Pai, porque o católico diz "Seja feita a vossa vontade", tal como Jesus nos ensinou.

E porque diz isso? Porque só é católico quem acredita que esta vida é efémera, de nada vale, e por isso não está agarrado a ela. Como disse Jesus ao ladrão convertido: Ainda hoje estarás comigo no Reino dos Céus!

A Fé torna a dor mínima. Sabemos que a eternidade em Deus nos espera. Aguardamos isso. Queremos isso. Amamos isso. Então, não temos medo da morte, assim estejamos purificados (vigiando constantemente, na oração, nos sacramentos e nos gestos).

Dor? Concluo voltando a S.Pedro! Amado apóstolo, que a todos nos seduz. Vacila na Fé e quase se afoga, mas ao mesmo tempo confessa: "Tu és o Filho de Deus!" Deslumbra-se na visão de Moisés e Elias e no resplandecente Jesus que lhe mostra o reino na Parusia do Monte Tabor. E balbucia que armará 3 tendas, porque está convencido que ali já está no Reino dos Céus, mas ainda lhe faltava a dolorosa descida de Cristo a Jerusalém pela Páscoa.

5. A dor da perda pela morte de alguém: De novo o exemplo de S.Pedro e a resposta de Jesus: pensar nas coisas de Deus, e não na carne e no sangue

O mesmo Pedro que ao compreender que Jesus vem de Deus quando puxa as redes cheia de peixes, se atira aos seus pés e lhe suplica: afasta-te de mim que sou miserável pecador. E Jesus disse-lhe para o seguir! E fê-lo apóstolo.

Pois foi esse Pedro também que teve a mais humana das reacções quando após confessar que Jesus era o Filho de Deus, o ouviu relatar que seria morto em Jerusalém. E no seu amor ao Mestre, sai-lhe ao caminho e diz que isso não pode ser. Jesus responde-lhe: Afasta-te de mim, Satanás, pois pensas com a carne e o sangue e não com o Espírito!

Pedro reagiu como qualquer um de nós perante a perspectiva da morte de um ente querido. Quis fazer tudo para a impedir. Porque só conhecia esta vida, e não imaginava que o seu amado Mestre a perdesse. Mas esta vida terrena, é a destes corpos de carne e sangue. E muito embora o seu gesto partisse de amor, Ele não tinha compreendido ainda que o sentido da Ressurreição. A necessidade de Cristo morrer para o seu sangue de cordeiro lavar os nossos pecados, e de Ressuscitar novo Adão.

Quantos de nós perante a morte de alguém querido, não reagimos como Pedro, tentanto tudo para a evitar? Quantos, se algum, pensa de imediato, que o ente se foi unir à glória eterna da profusão de amor contínuo que é o Reino de Deus, sentar-se à mesa do Banquete Celestial?

É normal. Tal como Pedro, somos humanos, e imperfeitos. E muito mais imperfeitos que ele. E se ele quis impedir a morte do mestre, nós naturalmente sofremos com as perdas deste mundo. Mas tenhamos presente, nessas horas de amarga dor terrena a Palavra de Cristo: "Não tens a sabedoria das coisas de Deus mas da Carne e do Sangue".

Pois tudo o que é terreno: dores, matéria, paixões - passa! E assim também a nossa vida tem de passar. Se a vida eterna fosse nesta terra, ninguém a quereria!! Aceitemos, pois, com a resignação dos Santos, que a passagem é para um sítio muito melhor. Onde o amor Reina. E para temos acesso a esse local, há que nos convertermos continuamente!

Aceitemos pois a dor, nesse milagre do cristianismo de que falava S. Jose Maria: ao transformá-la em santidade, derrotamos a principal arma do Maligno!

Fonte: Facebook

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Não devias também ter piedade do teu amigo, como eu tive de ti?


O Apostolado quer lhe presentar com o livro e terço da Divina Misericórdia. Entre aqui para mais detalhes Desejo transformar-me toda na Misericórdia e ser o Vosso vivo reflexo. Que o mais grandioso atributo de Deus, a Sua insondável Misericórdia, possa penetrar pelo meu coração e através da minha alma em direcção aos outros.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus olhos sejam misericordiosos: que não suspeite de ninguém e não julgue segundo as aparências exteriores. Que eu apenas observe o que é belo na alma do próximo e que vá em seu socorro.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus ouvidos sejam misericordiosos: que eu esteja sempre atenta às necessidades dos outros e os meus ouvidos não sejam indiferentes às dores e aos gemidos do próximo.
Ajudai-me, Senhor, para que a minha língua seja misericordiosa: que eu nunca diga mal dos outros, mas tenha para cada um palavras de consolação e de perdão.
Ajudai-me, Senhor, para que as minhas mãos sejam misericordiosas e cheias de boas obras: que só possa fazer bem ao próximo, reservando-me os trabalhos mais duros e difíceis.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus pés sejam misericordiosos: que eu esteja sempre pronta a ir ajudar o meu próximo, dominando o próprio cansaço e fadiga. Que o meu verdadeiro descanso seja servir os outros.
Ajudai-me, Senhor, para que o meu coração seja misericordioso: que eu sinta todos os sofrimentos dos outros. A ninguém negarei o meu coração. Que eu conviva sinceramente, mesmo com os que sei que hão-de abusar da minha bondade. Que, por mim mesma, me encerrarei no Misericordiosíssimo Coração de Jesus e guardarei silêncio sobre os meus próprios sofrimentos.
Ó meu Senhor, que habite em mim a Vossa Misericórdia!
Sois Vós que me mandais exercitar nos três graus da misericórdia:
– o primeiro é um qualquer acto de misericórdia;
– o segundo é a palavra de misericórdia, ao menos palavra, se não puder realizar uma obra;
– o terceiro, a oração: se não me for possível praticar a misericórdia por actos, ou por palavras, sempre ao menos o posso fazer pela prece. E a minha oração leva-me a atingir mesmo onde já não posso chegar fisicamente.
Ó meu Jesus, transformai-me em Vós, já que tudo podeis.

Santa Faustina Kowalska (1905-1938), religiosa
Diário § 163 (Edição dos Marianos da Imaculada Conceição, Fátima, 2003)

Fonte: Evangelho quotidiano

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A confissão e seus efeitos


Este sacramento nos reconcilia com a Igreja
Toda a força da penitência reside no fato de ela nos reconstituir na graça de Deus e de nos unir a Ele com a máxima amizade. Portanto, a finalidade e o efeito deste sacramento são a reconciliação com o Senhor. Os que recebem o sacramento da penitência, com coração contrito e disposição religiosa, “podem usufruir da paz e tranquilidade da consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual. Com efeito, o sacramento da reconciliação com Deus traz consigo uma verdadeira “ressurreição espiritual, uma reconstituição da dignidade e dos bens da vida dos filhos de Deus, entre os quais o mais precioso é a amizade de Deus.

A fórmula da absolvição em uso na Igreja latina exprime os elementos essenciais deste sacramento: o Pai das misericórdias é a fonte de todo perdão. Ele opera a reconciliação dos pecadores pela páscoa de seu filho e pelo Dom do Espirito, através da oração e ministério da Igreja.

“Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para a remissão dos pecados, te conceda, pelo Ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo” (Ritual Romano, Rito da Penitência).

Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do purgatório a remissão das penas temporais, consequências dos pecados. Este sacramento nos reconcilia com a Igreja. O pecado rompe ou quebra a comunhão fraterna. O sacramento da penitência a repara ou restaura. Neste sentido, ele não cura apenas aquele que é restabelecido na comunhão eclesial, mas também há um efeito vivificante sobre a vida da Igreja, que sofreu com o pecado de um de seus membros.

Não devemos esquecer que a reconciliação com Deus tem como consequencia, por assim dizer, outras reconciliações capazes de remediar outras rupturas ocasionadas pelo pecado: o penitente perdoado reconcilia-se consigo mesmo no íntimo mais profundo de seu ser, quando recupera a própria verdade interior; reconcilia-se com os irmãos que, de alguma maneira, ofendeu e feriu; reconcilia-se com a Igreja; e reconcilia-se com toda a criação.

Neste sacramento, o pecador, entregando-se ao julgamento misericordioso do Todo-poderoso, antecipa, de certa maneira, o julgamento a que será sujeito no fim da vida terrestre. Pois é agora, nesta vida, que nos é oferecida a escolha entre a vida e a morte, e só pelo caminho da conversão poderemos entrar no Reino do qual somos excluídos pelo pecado grave. Convertendo-se a Cristo pela penitêcia e pela fé, o pecador passa da morte para a vida “sem ser julgado” (cf. Jo 5,24).

terça-feira, 15 de junho de 2010

Oração pelos sacerdotes no fim do ano sacerdotal e sempre!


Oração pelos Sacerdotes
Senhor Jesus, presente no Santíssimo Sacramento do Altar, que vos quisestes perpetuar entre nós por meio de vossos sacerdotes, fazei com que suas palavras sejam somente as vossas, que seus gestos sejam os vossos, que sua vida seja o fiel reflexo da vossa.

Que eles sejam os homens que falem a Deus dos homens e falem aos homens de Deus.
Que não tenham medo de servir, servindo a Igreja como ela quer ser servida.

Que sejam homens, testemunhas do eterno nosso tempo, caminhando pelas estradas da história com vosso mesmo passo e fazendo o bem a todos.

Que sejam fiéis aos seus compromissos, zelosos de sua vocação e de sua entrega, claros reflexos da própria identidade e que vivam com alegria o dom recebido.

Tudo isso vos peço pela intercessão de vossa Mãe Santíssima: ela que esteve presente em vossa vida, esteja sempre presente na vida dos vossos sacerdotes. Amém

terça-feira, 2 de março de 2010

MEU SENHOR E MEU DEUS!



Meu Deus eu creio,
Adoro-vos,
Espero e Amo-vos,
Peço-Vos perdão,
Para os que não crêem,
Não adoram,
Não esperam,
E não Vos Amam

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

NOSSO PAI DO CÉU!


Oração em espanhol. O Senhor não faz accepção de línguas, pessoas ou credos para Ele todos são Seus filhos, desde que acreditam e procurem a Sua Divina misericórdia.
Maria

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Santo Agostinho - Doutor da Igreja


Oração de Santo Agostinho
Socorrei-me, Senhor e vida minha,
a fim de que não venha a morrer na minha maldade.
Se não me criásseis, não existiria;
criastes-me, passei a existir;
se não me dirigirdes, cessarei de existir.

Não foram encantos ou méritos meus
que vos compeliram a dar-me o ser,
senão a vossa infinita munificência.
Suplico-Vos, pois,
que aquele mesmo amor
que Vos compeliu à minha criação,
possa igualmente compelir-Vos a reger-me;
porquanto, que aproveita haver-Vos
o vosso amor compelido a criar-me,
se eu morrer na minha miséria,
privado da direcção de vossa destra?

Obrigue-Vos, Senhor,
a salvar-me essa mesma clemência
que Vos levou a tirar do nada
o que jazia no nada;
vença-Vos em libertar-me a caridade
que Vos venceu em criar-me,
pois não é hoje menor este vosso atributo
do que era então.

A caridade sois Vós mesmos,
que sempre sois e não mudais.
Não se Vos encurtou a mão,
que não possais salvar-me;
nem se Vos endureceu o ouvido,
que não mais Vos seja dado ouvir-me.

Amén.