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SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, EU VOS AMO!

Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Jesus, Senhor do perdão, fonte de paz e de graça para os nossos corações. Conforto dos pecadores, alento de quem Vos reza, força de quem Vos procura, porque em Vós quer encontrar-se. Nossas lágrimas são preces, nossas lágrimas são gritos, dizei, Senhor, à nossa alma: Sou a tua salvação. Quando a noite nos envolve, ficai connosco, Senhor, enchei de luz o silêncio das nossas horas de sombra. Jesus, bondade inefável, nunca nos falte na vida, Senhor, a Vossa clemência e caridade infinita. Jesus, nascido da Virgem, nós Vos louvamos, cantando, e sempre Vos louvaremos na glória do vosso reino. Concedei, Deus todo-poderoso, que, ao celebrar a solenidade do Coração do Vosso Amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do Vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos Vossos dons. Por Nosso Senhor.
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sexta-feira, 25 de março de 2011

4 lições preciosas para ter um conceito humilde a respeito de si mesmo


Os dois primeiros conceitos:

1 – Todo homem experimenta o desejo natural de saber. Mas que importa a ciência sem o temor de Deus? Não há dúvida de que mais vale um pobre peão que serve a Deus do que um filósofo orgulhoso que, sem preocupar-se consigo mesmo, indaga o curso dos astros.

Quem se conhece bem não tem muita estima de si mesmo e rejeita os louvores humanos. Se eu conhecer tudo neste mundo, mas não tiver caridade, de que me servirá isto diante de Deus, visto que ele me julgará por meus atos?

2 – Faze calar o desejo imoderado de saber: porque nisto não se encontra mais do que distração e desgosto. Há muitos saberes que não têm utilidade alguma ou quase nenhuma para o coração!

Que falta de senso aplicar-se a algo que não seja útil à salvação! Uma torrente de palavras não sacia o coração, mas uma vida virtuosa refrigera o espírito e uma consciência pura dá grande segurança diante de Deus.

Peça a Nosso Senhor que lhe dê humildade a cada dia, assim como humilde Ele foi durante os 33 anos que viveu na Terra.

Extraído do livro: “A imitação de Cristo”/AASCJ

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Comentário ao Evangelho do dia feito por :


Concílio Vaticano II
Declaração sobre a liberdade religiosa, 11

Testemunhas da verdade

Cristo deu testemunho da verdade (Jo 18.37), mas não a quis impor pela força aos Seus contraditores. O Seu reino não se defende pela violência (Mt 26, 51-53) mas implanta-se pelo testemunho e pela audição da verdade; e cresce pelo amor com que Cristo, elevado na cruz, a Si atrai todos os homens (Jo 12, 32).

Os Apóstolos, ensinados pela palavra e exemplo de Cristo, seguiram o mesmo caminho [...], não com a coacção ou com artifícios indignos do Evangelho, mas primeiro que tudo com a força da palavra de Deus (1Cor 2, 3-5). A todos anunciavam com fortaleza a vontade de Deus Salvador «o qual quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade» (1 Tim. 2, 4); ao mesmo tempo, respeitavam os fracos, mesmo que estivessem no erro, mostrando assim como «cada um de nós dará conta de si a Deus» (Rom. 14, 12) (24) e, nessa medida, tem obrigação de obedecer à própria consciência. [...] Acreditavam firmemente que o Evangelho é a força de Deus, para salvação de todo o que acredita (Rom 1, 16). E assim é que, desprezando todas as «armas carnais» (2Cor 10, 4), seguindo o exemplo de mansidão e humildade de Cristo, pregaram a palavra de Deus (Ef 6, 11-17) com plena confiança na sua força para destruir os poderes opostos a Deus [...]. Como o Mestre, também os Apóstolos reconheceram a legítima autoridade civil [...]. Ao mesmo tempo, não temeram contradizer o poder público que se opunha à vontade sagrada de Deus: «deve-se obedecer antes a Deus do que aos homens» (Act. 5, 29). Inúmeros mártires e fiéis seguiram, no decorrer dos séculos e por toda a terra, este mesmo caminho.
IN: Evangelho quotidiano

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Um amigo chamado Jesus


Um padre passeava pela sua igreja, ao meio-dia, quando decidiu fazer uma pausa e observar do altar as pessoas que entravam para orar.

Em seguida, a porta se abriu e um homem adentrou pelo corredor central.

O padre franziu a testa, enquanto o olhava e notava que não se barbeava há algum tempo.

Sua camisa estava esfarrapada e o casaco que usava estava bastante surrado.

O homem se ajoelhou, inclinou sua cabeça, depois se levantou e foi embora.

Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma rotina se repetia.

Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado a marmita com o seu almoço.

A curiosidade do padre crescia, e também um receio de que fosse um assaltante.

Decidiu aproximar-se dele e lhe perguntar:

- O que faz aqui?

O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, em um outro bairro da cidade. O almoço havia sido há meia hora atrás e ele reservava o tempo restante para orar e, assim, encontrar força e poder para enfrentar as labutas da vida.

- Eu fico apenas alguns momentos, entende, porque a fábrica fica muito longe daqui. Enquanto estou aqui, ajoelhado, conversando com o Senhor, é como se Lhe dissesse: – “Eu vim novamente aqui, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tormanos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso no Senhor todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, Jim, só checando.

O padre, sentindo-se um tolo, disse a Jim que estava tudo bem. Ele disse ao homem que ele era bem-vindo e poderia vir à igreja e orar, sempre que desejas.

- É hora de ir – disse Jim, sorrindo. Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O padre se ajoelhou diante do altar, como nunca havia feito antes.

Seu frio coração se derreteu, aquecido pelo amor, e ali teve um encontro com Jesus. Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, em seu coração, ele repetiu a oração do velho Jim:

- Eu vim novamente aqui, Senhor, pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido, desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas penso no Senhor todos os dias. Assim, Jesus, hoje aqui estou eu, só checando.

Um dia, quando passou o meio-dia, o padre notou que o velho Jim não havia vindo. Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado.

Na fábrica, perguntou por ele, descobrindo que estava enfermo. A enfermaria do hospital estava cheia, mas arranjaram uma vaga para ele.

Durante a semana em que Jim esteve com eles, mudou a rotina da enfermaria. Seu sorriso e sua alegria eram contagiantes. Divertir e alegrar as pessoas era o seu prêmio. A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão gentil e simpático como Jim não recebia flores, telefonemas ou cartões de amigos ou parentes, nem mesmo a visita de alguém.

Ao encontrá-lo, o padre se colocou ao lado de sua cama, quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:

- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar. Parecendo surpreso, o velho Jim virou-se para o padre e disse com um largo sorriso:

- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas durante todos os dias em que estive aqui, ao meio-dia, Ele está aqui, um querido Amigo meu, que Se senta bem junto a mim, segura a minha mão, se inclina em minha direção e me diz: “Eu vim só pra lhe dizer, Jim, quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos e eu o livrei de seus pecados. Eu amo ouví-lo quando você ora e penso em você todos os dias. Assim, estou hoje aqui, Jesus, só checando. Para que você possa sentir Deus segurando-lhe com a palma de Suas mãos e que os anjos lhe protejam!

Jesus disse, “Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.”

Jesus é sempre o melhor amigo!

Fonte: Catequisar/AASCJ

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Elevação dos Humildes


Na prática da vida cristã, a grandeza verdadeira está na realização das pequenas coisas, nos pequenos gestos diários e nos atos de humildade que perpassam nossa diuturna história. Isto contrasta com o clima vivido pela cultura do feio, do tirar vantagem em tudo e da sociedade marcadamente consumista, onde só vale quem tem bens materiais. Com isto, o valor não está na pessoa, mas naquilo que a enriquece economicamente.

A vida é marcada por diferentes relacionamentos, por repetidos encontros entre as pessoas, que podem ser com intenções para o bem das almas, ou por opções econômicas, de faturamento e lucro. Podem ser encontros também que maquinam atos de destruição, de vandalismo e de desrespeito para com a honra devida às pessoas.

Uma das manifestações da grandeza de uma pessoa está na sua forma de relacionar-se com os demais, no tratamento, na acolhida e nos gestos concretos de desprendimento. Isto constitui valor para os que não têm recursos econômicos, como também para os menos abastados. Não podemos esquecer do Evangelho de São Lucas, quando diz: “Onde está o teu tesouro, aí está o teu coração” (Lc 12, 34).

A humildade é uma das forças da caridade, que ultrapassa todos os condicionamentos humanos e se alegra com o sucesso do outro. Não se pode dizer que esta seja a mentalidade atual, mesmo existindo ainda gente generosa e desprendida. Há muitos corações generosos e humildes, mas ofuscados pela ganância e pelo sucesso fácil e passageiro, que não ocasiona felicidade duradoura.

Não podemos ater-nos em atitudes de mero assistencialismo, que não liberta as pessoas da mentalidade materialista, mas procurar aquelas atitudes que as levem ao desejo da dignidade e da esperança de vida eterna. Uma delas é educar para uma crítica à atual sociedade igualitária e permissivista.

(Fonte: Entre Redes)

terça-feira, 2 de março de 2010

MEU SENHOR E MEU DEUS!



Meu Deus eu creio,
Adoro-vos,
Espero e Amo-vos,
Peço-Vos perdão,
Para os que não crêem,
Não adoram,
Não esperam,
E não Vos Amam

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Santa Teresinha do Menino Jesus - Doutora da Igreja


Desde muito jovem Santa Teresinha do Menino Jesus tocou o meu coração, e exerceu um fascínio enorme sobre mim ao ler a HISTÓRIA DE UMA ALMA, que recomendo. Admiro a força de carácter daquela jovem aparentemente frágil. A sua vida, não tem a empolgação da vida de outros Santos, é simples, inocente, pura, o seu pequenino caminho como ela lhe chamava. Através das pequeninas coisas vividas por ela, aproveitando o mais pequeno sofrimento e sacrífico e deleitando-se totalmente, no Amor do seu Amado a que se entregou incondicionalmente. Viveu nos fins do século dezanove, mas é como tivesse vivido no século XX ou XXI o seu exemplo é sempre actual. Minha Santa Teresinha agradeço a vossa protecção e tudo o que tendes feito por mim, e beijo os vossos pés com humildade, todavia muito tenho a aprender convosco.
Maria