Recados para Orkut


SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, EU VOS AMO!

Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Jesus, Senhor do perdão, fonte de paz e de graça para os nossos corações. Conforto dos pecadores, alento de quem Vos reza, força de quem Vos procura, porque em Vós quer encontrar-se. Nossas lágrimas são preces, nossas lágrimas são gritos, dizei, Senhor, à nossa alma: Sou a tua salvação. Quando a noite nos envolve, ficai connosco, Senhor, enchei de luz o silêncio das nossas horas de sombra. Jesus, bondade inefável, nunca nos falte na vida, Senhor, a Vossa clemência e caridade infinita. Jesus, nascido da Virgem, nós Vos louvamos, cantando, e sempre Vos louvaremos na glória do vosso reino. Concedei, Deus todo-poderoso, que, ao celebrar a solenidade do Coração do Vosso Amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do Vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos Vossos dons. Por Nosso Senhor.

sábado, 15 de janeiro de 2011

AS SETE DORES DO CORAÇÃO IMACULADO.


PRIMEIRA DOR: A APRESENTAÇÃO DE JESUS NO TEMPLO

Lembrai-Vos, divina Mãe, daquela angústia mortal que invadiu o vosso Coração, quando o velho Simeão, entregando-Vos o Menino Divino que acabáveis de oferecer a DEUS, Vos disse: “Este Menino deve ser um sinal de contradição. E, uma espada de dor trespassará o Teu Coração” (Lc 2,34-35)

Vós ficastes maravilhada com as grandes coisas que profetizam d’Ele, e eis que o vosso Coração de jovem Mãe é avisado das lutas que deverá sofrer o Menino Deus: ao lado do amor, o ódio que O fará morrer e O perseguirá até o fim dos tempos.

O vosso Coração, nesse momento, tornou-se mais doloroso, porque entrevíeis já um mistério de morte para o vosso Filho, Salvador do Mundo. É por amor que Ele resgatará os homens, e nem sempre será amado. Uns serão por Ele, outros contra Ele. O vosso Filho deverá sofrer o ódio.

Ó Santa Mãe, quantas vezes não trespassamos nós mesmos o vosso Coração com esta espada!

Por esta dor, obtende-nos que sejamos fiéis a JESUS-HÓSTIA que continua a oferecer-Se todos os dias pelos nossos pecados.

Virgem Maria, Mãe de Coração Doloroso e Imaculado, nós solicitamos da vossa bondade, se for da glória de DEUS, a graça de que precisamos … Nós temos confiança em Vós.

“Coração Doloroso e Imaculado de Maria, rogai por nós.”

“Uma espada de dor trespassará a Tua alma.” (Lc 2,35)

PAI Santo, eu Vos ofereço o sacrifício do vosso Filho bem-amado, anunciado oficialmente na Apresentação ao Templo, tornado incessante e perpétuo por todas as Missas que se celebram todos os dias no Universo. Eu Vo-lo ofereço pelo Coração trespassado de Maria, em reparação dos pecados dos homens.

Fonte: Derradeiras Graças/ADF

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A Bíblia aprova as seitas, ou as condena?


RESPOSTA: Condena! Já no Antigo Testamento (Num 14,1-38) lemos como Moisés tinha enviado 12 príncipes (um de cada tribo) para explorar a Terra Prometida. Dez deles, porém, depois de terem voltado, tinham feito murmurar todo o povo contra Moisés e Aarão, dizendo: Escolhamos um (outro) chefe e voltemos para o Egito. Por castigo, os dez exploradores revoltados morreram feridos por uma praga, diante do Senhor, e todos os adultos Israelitas, (acima de 20 anos), “deixaram seus cadáveres apodrecer no deserto”. Somente os dois exploradores fiéis a Moisés, Josué e Caleb, entraram na Terra Prometida.

Semelhante castigo infligiu Deus a Coré, Datan e Abirão e seus 250 sectários, revoltados contra a autoridade de Moisés e Aarão. Os três foram engolidos pela terra, que se abriu na vista de todos, e os demais foram devorados pelo fogo caído do céu (Num 16,1-35).

Para o povo da Nova aliança previu Deus o mesmo regime de um só governo, pela profecia de Daniel (Dan 2,44): “No tempo desses reis (do império Romano), o Deus dos céus suscitará um reino que jamais será destruído… e susistirá para sempre”. Trata-se da Igreja Católica, confiada por Nosso Senhor Jesus Cristo a São Pedro, e governada até hoje pelos seus sucessores, os Papas.

Em todos os livros Sagrados não encontraremos uma só frase favorável à divisão deste “Reino dos Céus”, da “Minha Igreja” (de Cristo Nosso Senhor), em seitas autônomas! Pelo contrário, lemos no Evangelho de Jo 11,51-52 o oráculo divino: “Jesus devia morrer pela nação, mas também para que fossem reconduzidos à unidade, os filhos de Deus dispersos”. Lamentavelmente, as seitas promovem o contrário: a dispersão!

Vejamos ainda outras passagens bíblicas do Novo Testamento sobre as seitas:

(At 20,28-31): Advertência na despedida de São Paulo: “Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho, sobre qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. Sei que depois da minha partida se introduzirão sobre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos. Por isso, vigiai!”

(II Pd 2,1s): “Assim como houve entre o povo (de Israel) falsos profetas, assim haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina. Muitos os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado. Movidos por cobiça, eles vos hão de explorar por palavras cheias de astúcia…”

(Gal 1,7-9): “De fato, não há dois (Evangelhos): há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém, – nós ou um anjo baixado do céu, – vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema”. (maldito).

(Rom 16,17-18): “Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. Evitai-os! Esses tais não servem a Cristo Nosso Senhor, mas ao próprio ventre. E com palavras adocicadas e linguagem lisonjeira enganam os corações simples”.

(Tt 3,10-11): “O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o, visto que esse tal é um perverso que, perseverando no seu pecado, se condena a si próprio”.

(II Tim 4,3-6): “virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajuntarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. Tu, porém, (como legítimo bispo da Igreja, por mim ordenado), sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério”.
fonte: AASCJ

O inferno visto e descrito por Santa Francisca Romana – Parte II


Inferno, por Beato Angélico
O inferno é dividido em três partes: o superior, o do meio e o inferior. Lúcifer encontra-se no fundo do inferno inferior. A Lúcifer, chefe universal, subordinam-se três outros demônios, os quais exercem império sobre os demais:
1) Asmodeu, que preside os pecados da carne, e era antes da queda um Querubim;
2) Mamon, que preside os pecados da avareza, era um Trono. O dinheiro fornece, ele sozinho, uma das três grandes categorias.
3) Belzebu preside aos pecados de idolatria. Tudo que tem algo a ver com magia, espiritismo, é inspirado por Belzebu. Ele é, de um modo especial, o príncipe das trevas, e mediante as trevas ele é atormentado e atormenta suas vítimas.

Uma parte dos demônios permanece no inferno, a outra no ar, e uma terceira atua entre os homens, procurando desviá-los do certo caminho. Os que ficam no inferno dão ordens e enviam seus embaixadores; os que residem no ar agem fisicamente sobre as mudanças atmosféricas e telúricas, lançando por toda parte suas más influências, empestando o ar, física e moralmente. Seu objetivo é debilitar a alma.

Quando os demônios encarregados da Terra vêem uma alma enfraquecida pelos demônios do ar, eles a atacam no seu ponto fraco, para vencê-la mais facilmente. É o momento em que a alma não confia na Providência. Essa falta de confiança, inspirada pelos demônios do ar, prepara a alma para a queda solicitada pelos demônios da Terra.

Nossa Senhora, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Mãe, nos ajude a trilhar sempre o caminho que leva aos Céus. Acenda aqui uma vela por suas intenções e também por seus filhos.

Assim, enfraquecidos pela desconfiança, os demônios inspiram na alma o orgulho, em que ela cai tanto mais facilmente quanto mais fraca esta. Quando o orgulho aumentou sua fraqueza, vêm os demônios da carne que atacam seu espírito. Quando os demônios da carne aumentam mais ainda a fraqueza da alma, vêm os demônios que insuflam os crimes do dinheiro. E quando estes diminuíram ainda mais os recursos de sua resistência, chegam os demônios da idolatria, os quais completam e concluem o que os outros começaram.

Todos se articulam para o mal, sendo esta a lei da queda: todo pecado cometido, e do qual a alma não se arrependeu, prepara-a para outro pecado. Assim, a idolatria, a magia, o espiritismo esperam no fundo do abismo aqueles que foram escorregando de precipício em precipício.

Todas as coisas da hierarquia celeste são parodiadas na hierarquia infernal. Nenhum demônio pode tentar uma alma sem a permissão de Lúcifer.

Os demônios que estão no inferno sofrem a pena do fogo. Os que estão no ar ou na terra não sofrem atualmente tais penas, mas padecem outros suplícios terríveis, e particularmente a visão do bem que praticam os santos. O homem que faz o bem inflige aos demônios um tormento indescritível. Quando Santa Francisca era tentada, sabia, pela natureza e violência da tentação, de que altura tinha caído o anjo tentador e a que hierarquia pertencera.

Quando uma alma cai no inferno, seu demônio tentador é felicitado pelos demais. Mas quando a alma se salva, o demônio tentador recebe insulto dos outros, que o levam para Lúcifer e este lhe inflige um castigo a mais, além das torturas que já padece. Este demônio entra às vezes no corpo de animais ou homens. Ele finge ser a alma de um morto.

Quando um demônio consegue perder certa alma, após a condenação desta transforma-se em tentador de outro homem, mas torna-se mais hábil do que foi a primeira vez. Aproveita-se da experiência que a vitória lhe deu, tornando-se mais forte para perder o homem.

Santa Francisca observava um demônio em cima de alguém que estivesse em estado de pecado mortal. Confessado o pecado, via ela o mesmo demônio ao lado da pessoa. Após uma excelente confissão, o anjo mau ficava enfraquecido e a tentação não tinha mais o mesmo grau de energia.

Acenda aqui velas por seus entes queridos que já faleceram. Nossa Senhora, rogai por eles no Purgatório
Ao ser pronunciado santamente o nome de Jesus, Santa Francisca via os demônios do ar, da terra e do inferno inclinarem-se com sofrimentos espantosos, tanto maiores quanto mais santamente o nome de Jesus fora pronunciado.

Se o nome de Deus é pronunciado em meio a blasfêmias, os demônios ainda assim são obrigados a se inclinar, mas um certo prazer é misturado à dor causada pela homenagem que são obrigados a render.

Se o nome de Deus é blasfemado por um homem, os anjos do céu inclinam-se também, testemunhando um respeito imenso. Assim, os lábios humanos, que se movem tão facilmente e pronunciam tão levianamente o nome terrível, produzem em todos os mundos efeitos extraordinários e ecos, dos quais o homem não é capaz de compreender nem a intensidade nem a grandeza.

Fonte: Orações e milagres medievais

IN: ADF

Oração do internauta


Trindade Santa, que ouvimos na Sagrada Escritura, que vimos com os olhos da fé, que contemplamos na turbulência da vida, que descobrimos na evolução do universo, nós procuramos saciar a sede do nosso coração inquieto, na busca incansável do vosso rosto! Deus Pai, fonte de toda a comunicação, que estimulastes a criatividade humana, na descoberta das novas tecnologias, superando assim os limites do tempo e do espaço e ampliando ao infinito, o desejo humano de comunicar. Nós vos agradecemos a possibilidade inédita, de abraçar todos os povos e culturas, na rede das tecnologias digitais.
Deus Espírito Santo, fonte de toda inspiração, concedei-nos a sabedoria necessária para tornar a aldeia global, lugar da humana comunhão!
Deus Filho, perfeito comunicador, do insondável mistério da Trindade que nos ama, ajudai-nos a construir a paz, no diálogo, na justiça e na construção da solidariedade universal. Fazei que todas as pessoas de boa vontade utilizem as novas tecnologias para anunciar os valores do Evangelho até os confins do universo. E que todos os internautas sintam a felicidade de vos encontrar, andarilho nas auto-pistas do ciberespaço.
Amém.

(Adriana Zuchetto)
fonte: facebook

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Consagre a cada manhã alguns momentos à oração mental


A vida com Jesus somente se desenvolverá, na medida em que Ele for a luz da nossa razão e de nossos atos, o amor que rege os afetos de nosso coração, a nossa força nas provações e nas lutas, o alimento sobrenatural, que nos torna participantes na própria vida de Deus.

Ora, sem meditação, esta vida com Jesus é moralmente impossível.

A meditação reveste-nos de uma armadura invulnerável. Sem meditação, cairei numa multidão de faltas.

(…)

A oração mental é um verdadeiro trabalho, sobretudo para os principiantes. Trabalho, para se afastar, um instante, das criaturas e elevar-se até Deus. Trabalho, para ficar durante uma meia hora, fixo em Deus, e adquirir novo impulso para o bem.

Trabalho penoso, a princípio, mas que se deve desejar, generosamente. Trabalho que é coroado, em pouco tempo, pela maior consolação deste mundo: a paz, na amizade e união com Jesus.

Com adaptações do livro “A alma de todo o Apostolado” de J. B. Chautard
fonte: AAscj

O inferno visto e descrito por Santa Francisca Romana – Parte 1


Santa Franscisca Romana
“Lembra-te dos teus novíssimos e não pecarás” (Ecl. 7,40) — recomenda a Sagrada Escritura. Os novíssimos do homem são as últimas coisas que a ele ocorrerão, ou seja, a morte, o juízo particular, o Céu, o inferno, o purgatório, o fim do mundo, a ressurreição dos mortos e o juízo final.

A 9 de março a Igreja comemora a festa de uma grande santa, cuja vida foi marcada por extraordinárias visões que teve do Céu, purgatório e inferno, bem como a ação dos anjos e dos demônios neste mundo. Trata-se de Santa Francisca Romana.

Nasceu ela em 1384, da nobre família dos Brussa. Com apenas 12 anos, levava já uma vida extraordinária. Sua intenção era de não se casar, mas seu confessor aconselhou-a a não resistir às instâncias de seus pais, tendo esposado então Lourenço de Poziani.

Logo que se casou, caiu gravemente doente, sendo curada milagrosamente por uma aparição de Santo Aleixo, mártir romano. No lar, o teor de sua vida era severo e admirável. Desde o seu restabelecimento, Francisca dedicou-se largamente às obras de caridade. Junto à cunhada Vanosa, pedia esmola de porta em porta, para dar aos pobres nas vias públicas, em zonas onde não era conhecida.

Deus abençoou seu matrimônio, concedendo-lhe seis filhos. O falecimento do filho João, ainda criança, constituiu uma das alegrias de sua existência. Teve ele uma morte extraordinária, e disse ao expirar: “Vejo Santo Antônio e Santo Onofre, que vêm buscar-me para me levarem ao Céu”.

Vários fatos de transcendência pública influenciaram sua vida: a tomada de Roma pelo Rei de Nápoles, que desencadeou uma série de catástrofes sobre sua família; o exílio do Papa Eugênio IV, em virtude da guerra entre florentinos e milaneses, etc.

Ainda em casa do esposo, congregou em torno de si muitas senhoras da melhor sociedade romana, com o fim de se animarem na prática da piedade e virtudes cristãs.

Formou-se a primeira organização de senhoras que, em 1431, recebeu uma regra própria, dando origem às Oblatas de Santa Francisca Romana, cujo pequeno convento tinha o pitoresco nome de Tor de ‘Spechi.

Santa Francisca Romana fazia caridade
Após a morte do marido, juntou-se a suas filhas espirituais, conduzindo-as aos hospitais e às casas dos pobres. Muitas vezes, em lugar de um remédio ou recurso insuficiente, foi uma cura súbita e miraculosa que Santa Francisca levou aos necessitados.

Deus a consolou com revelações e comunicações místicas sobre a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e Maria Santíssima.
Tornou-se célebre por seus milagres e dons de cura. Restituiu a vista aos cegos, a palavra aos mudos, a saúde aos doentes, e libertou muitos possessos do demônio.

Santa Francisca teve o pressentimento de sua morte e preveniu seus amigos. Pedia a Deus que a levasse desta vida, pois não queria ver as novas crises que já começavam a assaltar a Santa Igreja. Caiu enferma, vindo a falecer em 1440.

Na vida dessa mística italiana, as visões ocupam um lugar saliente. A propósito do que a Santa viu sobre o inferno, o célebre escritor católico francês Ernest Hello apresenta um apanhado sucinto e sugestivo em sua obra “Physionomie des Saints”.

Inúmeros suplícios, tão variados quanto os crimes, foram mostrados à Santa em detalhes. Por exemplo, viu ela o ouro e a prata serem derretidos e derramados na boca dos avarentos. A hierarquia dos demônios, suas funções, seus tormentos, os diversos crimes aos quais presidem, foram-lhe apresentados. Viu Lúcifer, chefe e general dos orgulhosos, rei de todos os demônios e precitos, rei muito mais infeliz do que os próprios súditos.

Continua amanhã…
Fonte: ADF

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

AJUDA DA FUNDAÇÃO AIS UM ANO APÓS O TERRAMOTO DE 2010

Nova esperança, apesar dos muitos problemas. A Igreja Católica inicia a reconstrução do Haiti. A Fundação AIS continua a ajudar e os donativos são cada vez mais necessários.

O POVO DO HAITI CONTINUA A PRECISAR DA SUA AJUDA. CONTRIBUA! »
Há precisamente um ano atrás, a 12 de Janeiro de 2010, um terramoto de magnitude 7.0 atingiu o Haiti provocando cerca de 230 mil mortes. Foi o pior em 100 anos. O epicentro, localizado a 26 km de Port-au-Prince, onde se concentra 40% da população, devastou a capital. A infra-estrutura já precária e o frágil Governo do Haiti desmoronaram completamente. Milhares de pessoas ficaram enterradas nos destroços. Algumas foram retiradas à mão, uma vez que não havia máquinas escavadoras disponíveis, mas dezenas de milhares morreram imediatamente ou ficaram enterradas vivas entre as ruínas. Um grande número de pessoas ficou sem cuidados médicos, água potável e necessidades básicas.

À semelhança do povo do Haiti, a Igreja Católica no país viu-se igualmente em necessidade desesperada de ajuda do exterior. Os benfeitores da AIS responderam com a sua habitual generosidade, permitindo que a Instituição enviasse através do Núncio Apostólico uma ajuda de emergência imediata de 50.000€. O montante foi utilizado para ajudar as comunidades mais afectadas, entre elas Léogâne, Petit-Goâve e Carrefour. Cerca de 7.650€ foram enviados para o Centro Emaús na Diocese de Hinche, cujos colaboradores cuidavam de cerca de sessenta famílias carenciadas e nove outros indivíduos, muitos dos quais tinham perdido tudo no terramoto.

Actualmente, 1,5 milhão de pessoas ainda permanecem em acampamentos de refugiados e milhares de pessoas ainda vivem nos escombros das suas casas. A situação continua dramática. O país está infectado com o vírus da cólera que se alastra a uma grande velocidade. A cólera já fez mais de 2.000 mortes e fala-se de 400.000 contágios e 200mil mortos caso a epidemia não seja detida, segundo fontes da agência Fides.
As eleições de Novembro de 2010 destabilizaram ainda mais a situação política em vez de a melhorar, e uma epidemia de cólera, em seguida do furacão Thomas, desmoralizou ainda mais o povo Haitiano. Mas ainda há esperança para a reconstrução poder finalmente começar!

No passado mês de Novembro, uma equipa da Fundação AIS viajou para o Haiti, para fazer um levantamento das suas necessidades. Ainda que fosse fácil desesperar devido a tanto sofrimento e miséria, encontraram também uma semente de esperança em muitas pessoas - sacerdotes e religiosas, leigos e bispos - que com uma grande Fé confiam em Deus para encontrar uma saída para este sofrimento.

Mais de 70% dos edifícios da Igreja ficaram destruídos, mas apesar de tudo isto a Igreja está a fazer todos os esforços para resconstruir e acima de tudo para oferecer esperança. "Nós tentamos dar-lhes um sítio para viver, dar-lhes tudo o que precisam. A Igreja quer estar próximo da sua gente", referiu o P. Hans Alexandre, Secretário Executivo da Conferência Episcopal do Haiti.


"As 'Filhas de Maria' foram duramente atingidas, mas não nos compadecemos de nós mesmas, mas voltamo-nos para as nossas alunas que precisam de nós e elas estão ali. Algumas perderam os seus pais, outras vivem ainda em barracas. Aqui queremos reconstruir a escola, mas isso não significa reconstruir a escola como edifício. Queremos 'reconstruir os alunos' enquanto pessoas".
Ir Marie France

"A nossa esperança como católicos, não podemos perdê-la. O que reforça a esperança é a esperança do povo. Eles confiam que haverá uma mudança e que haverá ajuda. Elas voltam o seu olhar para a Igreja! Nós não podemos substituir o Estado, mas elas sabem que se a Igreja recebe donativos, essa ajuda chegará até elas.", disse à AIS D. Joseph Lafontant .

A Fundação AIS tem vindo a apoiar a Igreja no Haiti desde 1962. Entre 2007 e 2010, a nossa Instituição promoveu projectos de acção pastoral e social no valor de cerca de 2 milhões euros. Após este terramoto, o apelo feito aos benfeitores da AIS converteu-se em mais 5 milhões de euros que foram enviados para a Igreja no Haiti, para ajudar com o programa de reconstrução e o Povo Haitiano.

Fonte: Fundação ajuda à Igreja que sofre


Nossa Senhora da Conceição da Escada; antiga devoção mariana popular de Portugal e do Brasil, ligada ao mar


Não é de estranhar que, pela acentuada vocação marítima de Portugal, tenha sido a devoção dos marinheiros de Lisboa uma das mais populares no país, e, por essa razão, uma das primeiras a se implantar no Brasil.

Escada? Que nome estranho para designar uma devoção a Nossa Senhora, poderão pensar alguns ao ouvi-lo. Outros, mais eruditos, estabelecerão talvez um nexo com a escada de Jacó, narrada na Sagrada Escritura, pois o Patriarca sonhou com uma escada que levava ao Céu. De modo análogo, Nossa Senhora leva ao Céu, logo… E ainda outros, quiçá, relacionarão o nome com imagens da Paixão de Cristo, dado que, muitas vezes, Nossa Senhora aparece ao lado da escada utilizada para descer o corpo de seu Divino Filho da cruz.

O que ninguém consegue imaginar é a razão verdadeira da invocação Nossa Senhora da Conceição da Escada.

Na origem do nome, singeleza de circunstâncias naturais

Qualquer pessoa dotada de cultura básica conhece a enorme importância que tiveram as navegações e descobrimentos portugueses nos séculos XV e XVI, bem como o fato de terem sido os navegantes lusos que uniram, por via marítima, diversos continentes. E que tal epopéia ocorreu mediante viagens realizadas a bordo de navios que, se comparados aos de hoje, eram semelhantes a frágeis cascas de nozes.

Coragem não faltou aos navegantes daquela época. Também não faltou fé e fortaleza para correr todos os riscos. E tal fé dos marinheiros lusos encontrava uma expressão encantadora na devoção a Nossa Senhora da Conceição da Escada, na cidade de Lisboa.

A imagem original da Virgem Santíssima – que depois ficou conhecida sob essa invocação – é muito antiga, anterior à reconquista da cidade aos mouros, em 1147. Ela se encontrava em uma capela situada à margem do rio Tejo. Ao partir, os marinheiros encomendavam-lhe seus trabalhos, e agradeciam sua proteção ao voltar. Como a margem do rio é elevada, precisavam subir ou descer os 31 degraus que separam a capela do rio. Por isto, com a passar do tempo, a imagem de Nossa Senhora da Conceição começou a ser chamada de Conceição da Escada, para diferenciá-la de outras imagens de Nossa Senhora da Conceição (devoção muito difundida em Portugal). Desse fato resultou que a imagem passou a ser conhecida como Nossa Senhora da Escada.

Dada a importância que a vida ligada ao mar tinha para o povo português naquela época, é compreensível que a referida imagem fosse das mais veneradas. De onde se explica que, cada vez que se decidia a realização de procissões para celebrar tal ou qual vitória, ou pedir proteção contra este ou aquele flagelo, eram as procissões da capela de Nossa Senhora da Escada das mais concorridas.

Com o tempo, começaram a acorrer à capela pessoas em barcos de locais longínquos, a fim de cumprir promessas e votos, bem como agradecer favores recebidos. Numa determinada época, realizava-se uma procissão com tochas acesas, provavelmente à noite, que descia o rio até chegar à capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Escada.

Vitória de Aljubarrota fortalece devoção

Batalha de Aljubarrota
A procissão mais importante, porém, era a que comemorava a vitória dos portugueses em Aljubarrota, no ano de 1385. As tropas portuguesas, comandadas pelo Venerável Nun’Álvares Pereira, lutavam não só para defender a independência do país, mas sobretudo para este não cair no cisma que ameaçava dividir a Cristandade, já que o Rei de Castela na ocasião apoiava um antipapa.

Após travarem a luta em condições de inferioridade numérica, os portugueses obtiveram memorável vitória. Ao ter notícia do triunfo, o povo acudiu em massa aos diversos santuários do país, e um dos mais concorridos foi o de Nossa Senhora da Escada, onde pessoas de todas as classes sociais se dirigiram para agradecer a Nossa Senhora a insigne proteção. Que tenham sido de todas as classes sociais não é de estranhar, pois à Marinha dedicavam-se representantes de todos os segmentos sociais da época. Desde os nobres mais elevados que comandavam as armadas com destino à África ou à Ásia, até os mais humildes servidores.

Devoção expande-se para Bahia e São Paulo

Com as descobertas marítimas que iam sendo feitas, a Fé católica ia se expandindo. Por isso, ao dominar novos territórios, uma das primeiras preocupações dos portugueses era ensinar as verdades da Fé aos habitantes do local. E nada melhor para consolidar uma alma no caminho da verdadeira Religião do que ensiná-la a amar e confiar nAquela que é a Mãe de Deus, e por isso mesmo, nossa advogada.

Como dois dos primeiros locais a serem colonizados em nosso País foram a Bahia de Todos os Santos e zonas na região próximas ao litoral de São Paulo, é compreensível que aí se encontrem as duas capelas dedicadas a Nossa Senhora da Escada.

A existente na Bahia apresenta uma característica muito antiga, da época da escravidão: os escravos, quando ainda não batizados, não podiam ficar dentro da Igreja, permanecendo num alpendre junto à entrada. É por isso que o pequeno templo possui um amplo alpendre.

A outra capela situava-se numa vila chamada Escada, nome este proveniente da própria invocação mariana. Tal capela está situada cerca de Guararema, cidade a 80 quilômetros da capital paulista. Devido à sua proximidade do rio Paraíba, essa vila era freqüentada tanto por pescadores como por viajantes que navegavam rumo ao Rio de Janeiro.

Quando passou por lá, em 1717, o Conde de Assumar, Governador de São Paulo, Escada era uma vila que já possuía sua própria Câmara Municipal. Mas o pequeno núcleo não prosperou, e com sua decadência também foi minguando a devoção mariana que lhe deu origem.

As devoções marianas não constituem, via de regra, um fruto artificial, ocasionado por algum interesse humano. Elas florescem naturalmente quando Nossa Senhora distribui suas graças, valendo-se, por exemplo, de uma imagem sob esta ou aquela invocação. E se o povo é verdadeiramente piedoso, costuma corresponder a essas graças, propaga-se naturalmente a devoção Àquela que o sustenta nas duras lutas da vida.

Quando, porém, a população decai em fervor e não mais invoca a Virgem Santíssima, as devoções ligadas a alguma capela ou imagem também por vezes decaem. As pessoas deixam de freqüentar o local, e vão se olvidando das graças recebidas. Nessas condições, não raro Nossa Senhora opera novo prodígio, a fim de reerguer a antiga devoção. Mas, infelizmente, nem sempre os homens correspondem à nova manifestação da bondade materna.

Dois terremotos e decadência da devoção

O terremoto de 1755 devastou a cidade de Lisboa

Foi o que aconteceu com a imagem de Nossa Senhora da Escada em Portugal. Em 1531 um terremoto destruiu a capela, que foi reedificada. Mas como a devoção continuava decaindo aos poucos, permitiu Nossa Senhora que novo terremoto em Lisboa, mais terrível que o anterior, destruísse o pequeno templo em 1755. Nos dois casos, os edifícios que abrigavam a imagem foram destruídos, salvando-se contudo, milagrosamente, entre as ruínas, tanto a efígie mariana como o altar em que ela se encontrava.

A decadência do culto a Nossa Senhora sob essa invocação havia chegado a tal ponto, que a capela da Escada não foi mais reconstruída. Por isso, a primitiva imagem foi levada para o templo de Nossa Senhora das Mercês em Lisboa, onde se encontra até hoje. Pareceria um triste fim de uma invocação mariana antes tão difundida.

Renascimento promissor

Entretanto, a devoção não morreu. Ela deitou raízes em nosso País, surgindo várias capelas a ela dedicadas, como a que foi edificada na vila da Escada, acima referida, no Estado de São Paulo, e anos atrás em Curitiba, no bairro Novo Mundo.

Peçamos à Mãe de Deus que este seja um sinal do revigoramento dessa bela devoção tão acendrada em nossos ancestrais lusos, especialmente os navegadores, que a trouxeram para a Terra de Santa Cruz.

Nossa Senhora da Conceição da Escada é a Padroeira da cidade de Barueri, cuja festa celebra-se em 21 de novembro.

Fonte: Orações e milagres medievais/facebook/ADF

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


"Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho». Caminhando junto ao mar da Galileia, viu Simão e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: «Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco a consertar as redes; e chamou-os. Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados e seguiram Jesus."

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos (Mc 1, 14-20)
fonte: facebook

DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS


“Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Na verdade, eu reconheço que Deus não faz acepção de pessoas, mas, em qualquer nação, aquele que O teme e pratica a justiça é-Lhe agradável. Ele enviou a sua palavra aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do baptismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Espírito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curando todos os que eram oprimidos pelo demónio, porque Deus estava com Ele». Actos 10, 34-38
fonte: facebook

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Perseverança na fé - desprendimento dos bens materiais


EIS A IDÉIA PARA VOCÊS REFLETIREM AO LONGO DA SEMANA:

Gostaria de falar esta semana sobre o desprendimento dos bens materiais.

É chamativa a insistência com que Jesus Cristo nos alerta sobre o perigo do apego aos bens materiais:

Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam (Mt 6, 19-20).

É mais fácil um camelo passar pelo buraco de um agulha do que um rico entrar no reino dos céus (Mt 19, 24).

Por isso vos digo: não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao corpo, pelo que haveis de vestir (Mt 6, 25).

E por que Jesus faz este alerta? Ele mesmo nos diz:

Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! (Mt
5, 3).

Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração (Mt 6, 21).

O que Jesus quer dizer com estas duas frases?

Em primeiro lugar, é preciso fazer uma ressalva. Jesus fala: bem-aventurados os que tem “coração de pobre” e não bem-aventurados os que são “pobres”. Isto é: o que Deus quer não é que não tenhamos bens materiais, mas que estejamos desprendidos dos bens materiais.

Em segundo lugar, Jesus fala que seremos bem-aventurados, isto é, muito felizes, se estivermos desprendidos dos bens materiais. Fala também que herdaremos o Reino dos Céus.
Em terceiro lugar, fala qual é o perigo de estarmos com o coração nos bens materiais: aí estará o nosso coração (onde está o teu tesouro, lá estará o nosso coração). Ou seja, nosso coração não estará nem Deus e nem no próximo. Nosso coração não estará nem em Deus, nem no marido, na esposa, nos filhos, nos amigos, no namorado, na namorada, etc. Estará nos bens materiais. Os bens materiais serão o nosso “deus”, o nosso ídolo. É lógico que isto cause, mais dia ou menos dia, verdadeiros estragos.

Seria bom, portanto, que fizéssemos umas perguntas importantes:

- onde está o meu coração?

- qual é o meu tesouro aqui na terra?

- posso dizer que Deus e o próximo ocupam o primeiro lugar no meu coração?

Quais são alguns sinais de que estamos apegados aos bens materiais? Eis alguns:

- estar sempre pensando em comprar algo material;

- não ter tempo para Deus;

- não ter tempo para dedicar aos amigos;

- ter mais do que o necessário para viver;

- trabalhar como louco (pensando no enriquecimento);

- ter objetos materiais em excesso: pares de sapato, bolsas, roupas, relógios, joias, canetas, etc;

- fazer gastos de autêntico luxo, etc, etc.

Nunca esqueçamos das palavras de Cristo: “bem-aventurados os pobres em espírito”! Como sabemos, Deus nunca erra! Vivamos o desprendimento dos bens materiais e experimentaremos como a nossa vida se tornará extremamente feliz encontrando a felicidade nos verdadeiros fins da nossa vida: o amor a Deus e ao próximo.

Uma santa semana a todos!

Pe. Paulo Monteiro Ramalho

Fonte: facebook

domingo, 9 de janeiro de 2011

MARIA Santíssima, Medianeira de todas as Graças


MARIA Santíssima, como Medianeira de Todas as Graças, possui plenos direitos sobre todos os Tesouros Celestes, e através do ardente amor e desejo de salvar Seus filhos, procura de todas as maneiras alcançar-lhes o máximo possível de Graças.

E quem é que entrava Maria Santíssima na distribuição de todas as Graças?

Somos nós mesmos, porque não cooperamos devidamente com a Graça.

Santa Catarina Labouré, a vidente de Nossa Senhora das Graças, narra o seguinte:

(…) “Logo a seguir as mãos de MARIA, resplandecendo raios que simbolizam as Graças, abaixavam-se e estendiam-se numa atividade graciosa, reproduzida na medalha. De novo a voz se fez ouvir: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. As pessoas que a trouxerem receberão muitas Graças, as quais serão abundantes para aqueles que tiverem inteira confiança.”

Assim, depois de ter oferecido o mundo a DEUS, a Virgem inclinava para as almas as mãos resplandecentes. No mesmo instante fez compreender à Sua mensageira, o seguinte: Como ELA é generosa para com todos aqueles que a imploram. Quantas Graças concede, e que alegria experimenta ao concedê-las…

Santa Catarina acrescenta ainda, na narrativa da Aparição de 27 de novembro de 1830, em Paris, que algumas pedras nos anéis da Virgem não resplandeciam nada. Como ficasse admirada, ouviu a mesma voz interior, afirmar: “Estas pedras que não resplandecem, representam as Graças que ninguém pede.”

Segundo esta Aparição, NOSSA SENHORA quer distribuir Graças, e em distribuí-las experimenta grande alegria, mas a humanidade não as pede; em suma, não coopera com a Santíssima Virgem, que tanto quer beneficiá-la.

No entanto, é importante acrescentar que para alcançarmos as Graças que nossa MÃE Celeste nos disponibiliza, é vital estarmos em estado espiritual para recebê-las, ou seja:

1) Reconciliados com DEUS, através de uma confissão recente a um sacerdote;

2) Vivendo de acordo com os 10 Mandamentos e os Sacramentos da nossa Igreja;

3) Reconciliados e em harmonia com os irmãos;

4) Praticando a caridade espiritual e material;

5) Sendo sinceros e humildes;

6) Freqüentando a Santa MISSA;

7) Rezando diariamente.

A consagração perfeita consiste em entregar a MARIA Santíssima toda a nossa vida passada, presente e futura, não lhe excluindo uma única ação, por mínima que seja, durante as 24 horas do dia.

Restaure a força de sua Fé com a devoção a Nossa Senhora Peça aqui o seu Conjunto “Devoção a Nossa Senhora das Graças”

Consagração tão perfeita, quando sincera e totalmente vivida, espiritualiza integralmente uma vida, atingindo o máximo na cooperação com a Graça Divina, e conseguindo, por meio de MARIA, a mais íntima união com CRISTO. Que maravilhas espirituais não hão de produzir, dum lado o Poder máximo da Mediação Universal, com todos os Tesouros Celestes à plena disposição, e de outro, o máximo de cooperação de uma alma, que se entrega como escrava de amor para, única e exclusivamente, amar e servir a JESUS CRISTO?

Isto é verdadeiramente caminhar guiado pelas santíssimas Mãos da Virgem MARIA, pela senda da virtude e da santidade.

Com esta devoção, levamos à vida prática a Doutrina da Mediação Universal de MARIA Santíssima.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Como gerir as tensões


Não adianta nos escondermos buscando fugir da vida
Todo e qualquer e ser humano que, de fato, vive no século XXI, tem de aprender a lidar com constantes e intensas tensões.
Estamos no século do estresse, das doenças psicossomáticas (depressão, etc.), dos gigantescos congestionamentos no trânsito, da competitividade elevadíssima no mercado de trabalho, entre outras cobranças do tempo.
É inevitável, a tudo isso temos que dar uma resposta todos os dias. Tais tensões se aglomeram sobre nós, e tudo de maneira rápida e exigente demais para nos permitir pensar e refazer adequadamente nossas forças e esperanças.
Vivemos em um mundo de embates e cobranças, e isso em todas as circunstâncias e para todo gênero de pessoa. É comum que já nasçamos – de uma forma ou de outra – sendo exigidos pelas circunstâncias que configuram nossa realidade.
Diante de tal cenário não adianta nos escondermos buscando fugir da vida e dos desafios que ela comporta, ao contrário, faz-se necessário encontrar uma maneira sábia e encarnada para gerir as tensões que se lançam sobre nós.
Sempre enfrentaremos tensões – é ilusão crer no contrário –, contudo, é preciso aprender a conviver bem com essa companheira de nosso tempo, administrando coerentemente nossos excessos e ausências.
Há quem lide com suas tensões cotidianas desafogando-as em vícios, outros em uma vida promíscua e depravada (adultério, pornografia, etc.), alguns ainda em mentiras e fugas multiformes. Quem não fabrica um jeito sábio e correto – sob uma luz Maior – para gerir suas tensões, acabará por se tornar escravo destas, se escondendo em supostas "válvulas de escape" que lhe roubarão de sua verdade e liberdade.
Todos precisamos gerir/aliviar nossos desencantos e tensões, todavia, permanece sobre nós a possibilidade da escolha de como isso realizar. Se elegermos o erro – em linguagem teológica, o pecado – como via de gerência destes embates da vida, esse se tornará para nós um enorme laço que nos ocultará do que somos.
É necessário gerir as tensões com inteligência, descobrindo no bem, maneiras sadias de renovar as próprias energias e disposições.
Quem confia seus dissabores a uma Força que lhe supera e abarca, poderá com certeza, impulsionado por tal gerência, superar e administrar com excelência sua própria existência e as lutas nela contidas.
Como temos gerido nossas tensões? Que cada um se pergunte e, posteriormente, lute para fabricar a melhor forma de fazê-lo. Não permitamos que nossas tensões nos governem, mas aprendamos a geri-las com sabedoria e profundidade, descobrindo maneiras sadias para equilibrar nossas lutas e gastar nossas energias somente com aquilo que nos é essencial.
Gerir as próprias tensões com sabedoria é uma verdadeira exigência em nosso tempo. Busquemos empreender com perseverança e empenho tal realidade, para podermos saborear os belíssimos frutos de tal conquista.

Adriano Zandoná
verso.zandona@gmail.com
Adriano Zandoná Seminarista e Missionário da Comunidade Canção Nova. Reside na Missão de Cachoeira Paulista. É formado em Filosofia e em Teologia, e está preparando-se para a Ordenação Diaconal. Atualmente trabalha na Rádio Canção Nova, onde apresenta o programa “Viver Bem”. Acesse: blog.cancaonova.com/adrianozandona e acompanhe outros artigos do autor.

06/01/2011 - 08h00
fonte: canção nova

Evangelho (João 3,22-30)


Sábado depois da Epifania
Naquele tempo, 22Jesus foi com seus discípulos para a região da Judeia. Permaneceu aí com eles e batizava. 23Também João estava batizando, em Enon, perto de Salim, onde havia muita água. Aí chegavam as pessoas e eram batizadas.
24João ainda não tinha sido posto no cárcere. 25Alguns discípulos de João estavam discutindo com um judeu a respeito da purificação. 26Foram a João e disseram: “Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão e do qual tu deste testemunho, agora está batizando e todos vão a ele”.
27João respondeu: “Ninguém pode receber alguma coisa, se não lhe for dada do céu. 28Vós mesmos sois testemunhas daquilo que eu disse: ‘Eu não sou o Messias, mas fui enviado na frente dele’. 29É o noivo que recebe a noiva, mas o amigo, que está presente e o escuta, enche-se de alegria ao ouvir a voz do noivo. Esta é a minha alegria, e ela é completa. 30É necessário que ele cresça e eu diminua”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor
fonte: Canção Nova